“Que Deus me ajude”, diz homem que decidiu ripar toda sua coleção de DVDs e Blu-Rays para o Plex

Um colecionador postou em sua conta no X que decidiu digitalizar toda a sua coleção de DVDs e Blu-rays para um servidor Plex pessoal: “Que Deus me ajude, decidi fazer o upload de toda a minha mídia física para o Plex, começando hoje“, escreveu ele. A foto da coleção deixa claro o tamanho do projeto: estantes do chão ao teto lotadas de discos. O fluxo de trabalho que ele descreveu é o mais adotado pela comunidade que faz isso: extrair os discos com o MakeMKV, comprimir os arquivos com o HandBrake e armazenar tudo em um alguma unidade de armazenamento, ou em NAS.. No caso dele, serão armazenados em HDs de 5 TB.

O MakeMKV lê DVDs e Blu-rays, quebra a proteção DRM do disco e gera um arquivo MKV bruto, que pode chegar a 25 GB por filme em 1080p e entre 45 GB e 80 GB em versões 4K. O HandBrake entra depois para reduzir esse tamanho sem perda visual perceptível, aplicando codecs como H.264 ou H.265. Ele também disse, em resposta ao comentário de outra usuária, que não aderiou aos filmes em Blu-Ray 4K, conhecidos como Ultra Blu-Ray: “O único conteúdo em 4K que possuo são arquivos digitais, já que não tenho um player em 4K”, afirmou. 

O que é o Plex?

O Plex virou uma espécie de central para quem quer sair do streaming fragmentado e voltar a ter controle sobre a própria coleção. Ele segue gratuito para montar e organizar uma biblioteca pessoal básica dentro da rede doméstica, mas passou a cobrar com mais força quando o uso envolve acesso remoto, sobretudo em TVs e fora de casa. No Brasil, o Remote Watch Pass aparece por R$ 5,90 por mês, enquanto o Plex Pass custa R$ 11,94 por mês e R$ 119,94 por ano, com recursos avançados e liberação mais ampla do streaming remoto. Na prática, isso separa o uso local, que continua sem mensalidade, do uso móvel e compartilhado, que passou a exigir assinatura

Entre quem digitaliza coleção em casa, o Plex não é tratado como única saída. Em fórums como o Reddit, o nome que mais aparece como alternativa é o Jellyfin, que muita gente usa por ser gratuito e de código aberto, com a vantagem de não empurrar anúncios nem assinatura; já o Emby entra como opção para quem quer uma interface mais polida e mais controle no compartilhamento com outras pessoas. Em algumas discussões entre colecionadores, há quem diga que o Plex continua sendo o mais fácil para o uso “plug and play”, mas que o Emby funciona melhor quando o objetivo é dividir a biblioteca com familiares ou amigos, enquanto o Jellyfin agrada mais quem quer manter tudo sob controle e sem dependência de serviços pagos.

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