Putin define exigências para acordo de paz com a Ucrânia; veja quais são

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, definiu exigências para estabelecer um acordo de paz com a Ucrânia após mais de três anos de guerra.

De acordo com fontes familiarizadas com o Kremlin, Putin exige que Kiev ceda a região de Donbas, renuncie ambições de se juntar à Otan, permaneça neutra e mantenha tropas ocidentais fora do país. 

Na última sexta-feira (15), o líder russo se encontrou com Donald Trump no Alasca para definir o futuro da guerra na Ucrânia. Em uma reunião a portas fechadas, os líderes conversaram por mais de três horas, no entanto, nenhum acordo foi firmado na ocasião.

Horas depois da cúpula, Putin afirmou que a reunião abriu o caminho para a paz na Ucrânia, mas sem detalhes da discussão.

Nesta semana, líderes europeus compareceram em massa para uma reunião com Trump na Casa Branca. Durante o encontro, eles reforçaram a necessidade de estipular “garantias de segurança” para a Ucrânia. Enquanto isso, o presidente americano declinou negociações para um cessar-fogo e afirmou que as conversas poderiam se basear no fim do conflito.

Entenda a guerra na Ucrânia

A Rússia iniciou a invasão em larga escala da Ucrânia em fevereiro de 2022 e detém atualmente cerca de um quinto do território do país vizinho.

Ainda em 2022, o presidente russo, Vladimir Putin, decretou a anexação de quatro regiões ucranianas: Donetsk, Luhansk, Kherson e Zaporizhzhia.

Os russos avançam lentamente pelo leste e Moscou não dá sinais de abandonar seus principais objetivos de guerra.

Enquanto isso, Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, pressiona por um acordo de paz. A Ucrânia tem realizado ataques cada vez mais ousados dentro da Rússia e diz que as operações visam destruir infraestrutura essencial do Exército russo.

O governo de Putin, por sua vez, intensificou os ataques aéreos, incluindo ofensivas com drones. Os dois lados negam ter como alvo civis, mas milhares morreram no conflito, a grande maioria deles ucranianos.

Acredita-se também que milhares de soldados morreram na linha de frente, mas nenhum dos lados divulga números de baixas militares.

Os Estados Unidos afirmam que 1,2 milhão de pessoas ficaram feridas ou mortas na guerra.

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