Profissionais da saúde da rede pública e particular participam de encontro voltado para atualização em síndromes gripais e esporotricose

A Secretaria Municipal da Saúde (SES), por meio da Vigilância em Saúde em parceria com a Coordenadoria De Educação em Saúde, promoveu, nesta quinta-feira (26), no auditório da Universidade de Sorocaba (Uniso), um encontro voltado para atualização em síndromes gripais e esporotricose destinado a profissionais da saúde da rede pública e particular de hospitais e Unidades de Pronto Atendimentos (UPAs). Participaram ao todo 130 pessoas.

Nesse período de sazonalidade, as unidades de saúde devem atentar-se com as síndromes gripais, onde não só o vírus da influenza está circulando no momento com maior intensidade, mas também o vírus sincicial respiratório. Iniciando a estratégia de vacinação contra a influenza, com foco na prevenção das complicações da gripe, Sorocaba terá a ação de vacinação inicialmente voltada para grupos mais vulneráveis, compostos por idosos, gestantes e as crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias.

Vale ressaltar que a vacina é um método seguro, eficaz e está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A vacina contra influenza é trivalente (três tipos de cepas, que é H1N1, H3N2, que pertencem a influenza A, e influenza B).

Em 2025 a cobertura vacinal geral foi de 55%, sendo que a meta é 90%. Vale ressaltar que a última cobertura atingida de 90% foi em 2020 em Sorocaba. A partir de 2021, em relação a idosos, gestantes e crianças, nós não atingimos a cobertura de 90%. Quanto maior a cobertura, mais pessoas vacinadas e maiores pessoas protegidas.

Já o outro tema abordado foi a esporotricose. Em humanos, trata-se de uma micose subcutânea que surge quando o fungo do gênero Sporothrix entra no organismo, por meio de uma ferida na pele. A doença pode afetar tanto humanos quanto animais. A infecção ocorre, principalmente, pela implantação do fungo na pele ou mucosa por meio de um trauma decorrente de acidentes com espinhos, palha ou lascas de madeira; contato com vegetais em decomposição; ou arranhadura ou mordedura de animais doentes, mais comumente o gato. Essa doença é tratável, tem cura e, em caso de suspeita, deve-se procurar o serviço de atendimento em qualquer unidade de saúde para avaliação e tratamento da doença.

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