Pai se emociona ao contar como Pragmata ajuda a lidar com a morte da filha: “é terapêutico para a alma”

Um homem de 55 anos comoveu a comunidade de Pragmata no Reddit com o relato sobre como o novo jogo da Capcom está ajudando com que ele lide com a morte da filha McKenzie Erin, que faleceu aos oito anos em janeiro de 2009. “Ela terá oito anos para sempre”, disse ele. 

MacKenzie tinha convulsões e taquicardia atrial desde os 11 meses de idade, que evoluíram para Taquicardia Ventricular Supraventricular (TVS) quando completou oito anos. “Ela foi brincar lá fora e desmaiou com uma convulsão. Foi levada de avião para o Hospital Infantil da Universidade de Oklahoma, em Oklahoma City. Lá, sofreu uma parada cardíaca e teve mais convulsões. No sexto dia de internação, foi constatado que ela não apresentava atividade cerebral”, explicou.

Missing My Little Girl
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Pragmata

 

Quem o colocou de volta nos games foi Ella, sua outra filha de nove anos Em fevereiro de 2024, Ella o convenceu a jogar Fortnite, trinta anos depois do último contato do pai com qualquer videogame, ainda no colegial. Do Fortnite veio Hogwarts Legacy, depois Red Dead Redemption 1 e 2, e o jogo da vez é Pragmata. “Esses e outros jogos me ajudaram a superar muita coisa na vida, simplesmente me permitindo me desligar da realidade, mesmo que por um curto período, acrescentou.

A conexão emocional com Pragmata

Ele não chegou ao post para falar de mecânicas ou gráficos. Chegou para dizer que Pragmata “é terapêutico para a alma”, nas palavras dele. Ele também acrescentou que não leu os comentários negativos sobre o jogo porque não passa mais de vinte minutos por dia interagindo na web. Mas pouco importa opiniões alheias sobre o jogo, Pragmata tem um valor especial para ele, e resgata lembranças que são apenas dele e da irmã de Mckenzie.

“Quando assisti a alguns vídeos de Pragmata, Ella disse: “Papai, ela me lembra fotos da McKenzie. Será que a Diana é parecida com a McKenzie?” Então comprei o pacote completo e começamos a jogar. Diana é muito parecida com as minhas duas filhas. Talvez eu tenha me emocionado um pouco. Talvez… Eu adoro esse jogo e o tempo que a Ella passa comigo, destacou.

Luto e resiliência

Em suas palavras, não é possível superar a perda de um filho ou de alguém tão próximo, é possível apenas tentar aprender a lidar com isso. “Alguns dias são mais fáceis, principalmente com o tempo. Outros me fazem reviver aquele momento”, concluiu.

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