Ex-técnico argentino condenado por abuso sexual é preso no Rio de Janeiro

Um ex-treinador de futebol argentino condenado por abuso sexual em seu país de origem, foi preso na comunidade da Babilônia, no Leme, Zona Sul do Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (14).

O homem, identificado como Marcelo Rivas, havia sido condenado a cinco anos de prisão pela Justiça argentina, em 2022, por agressão e abuso sexual com tentativa de estupro contra uma jovem jogadora de futebol.

Na ocasião do crime, o argentino entrou forçadamente em um táxi com a vítima quando saía de uma boate. Ele levou a mulher para um beco e tentou estuprá-la, mas ela entrou em luta corporal com ele e foi agredida com socos no rosto.

Mesmo com os ferimentos, a atleta conseguiu fugir e pediu por socorro.

Depois da condenação, Marcelo fugiu para o Rio de Janeiro, onde realizava pequenos serviços de obra e pintura para moradores da comunidade argentina instalada no entorno da Babilônia.

“Ele ia matar ela”: brasileira sofre tentativa de estupro em trem de Paris

Investigações da Deam (Delegacia de Atendimento à Mulher) de Volta Redonda descobriram que ele mantinha uma rotina discreta e evitava circular fora da área onde morava, justamente para dificultar eventuais ações policiais. 

Após trabalhos de monitoramento, os agentes identificaram sua localização e prenderam o ex-treinador.

Professora é condenada a 14 anos de prisão por estupro de vulnerável

Agora, Marcelo será encaminhado para os procedimentos legais e seguirá para os processos de extradição ao seu país.

Veja o vídeo da prisão:

 

*Sob supervisão de Pedro Osorio

Leia mais

Variedades
Estudo do Ipea aponta poucos indígenas liderando grupos de pesquisa
Variedades
O objeto reaproveitado que deixou o ambiente mais criativo e acolhedor
Variedades
Na Alemanha, Lula defende parceria com Europa na descarbonização
Variedades
Como esconder fios aparentes e deixar o ambiente mais organizado sem precisar quebrar parede
Tecnologia
Samsung e rivais priorizam IA e deixam mercado de memórias comum com apenas 60% da demanda
Variedades
Esses “químicos eternos” podem pesar mais na saúde masculina depois dos 50 anos

Mais lidas hoje