China reduziu tarifas para parte do setor lácteo da UE, dizem associações

A China reduziu as tarifas propostas sobre certos produtos lácteos da União Europeia, concluindo uma investigação anti-subsídios amplamente vista como retaliação às taxas da UE sobre carros elétricos chineses, afirmaram duas associações industriais europeias.

Nas tarifas finais comunicadas à União Europeia, a China propõe taxas adicionais de até 11,7%, em comparação com a taxa máxima de 42,7% nas taxas provisórias anunciadas em dezembro, informaram à Reuters a Associação Europeia de Laticínios (EDA, na sigla em inglês) e a Eucolait. Muitas das empresas estariam sujeitas a uma taxa de 9,5%, alegaram elas.

Não foi possível contatar imediatamente a Comissão Europeia e o Ministério do Comércio da China fora do horário comercial.

A investigação sobre laticínios abrange produtos como creme de leite e queijo, e segue a investigação de conhaque e carne suína.

As taxas reduzidas dificultariam a competição dos produtos da UE na China, analisou Alexander Anton, secretário-geral da EDA.

A China importou US$ 589 milhões em produtos lácteos da UE abrangidos pela investigação em curso em 2024.

Tarifas mais altas sobre as importações da UE poderiam favorecer outros fornecedores estrangeiros, como a Nova Zelândia.

Também poderia trazer alívio para os produtores locais chineses que enfrentam um excesso de leite e preços em queda em um contexto de demanda fraca.

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