Preso desde a última quinta-feira (15) na Papudinha, no Complexo Peninteciário da Papuda, o ex-presidente cumpre 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de estado.
A última vez que Tarcísio e Bolsonaro se encontraram foi em setembro do último ano, quando o ex-chefe de Estado ainda cumpria prisão domiciliar. A visita teve como objetivo discutir o cenário eleitoral de 2026.
Além do governador, a defesa também solicitou a visita de Bruno Torres Dourado, ex-assessor do governador de São Paulo e irmão de Michelle Bolsonaro, e de Bruno Scheid, assessor do ex-presidente.
Com exceção da esposa, Michelle Bolsonaro, advogados e médicos, todas as visitas ao ex-presidente precisam ser previamente autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes.
Na Papudinha, elas podem ocorrer tanto na área interna quanto na externa. O horário é ampliado e permite até três faixas diferentes, em dois dias da semana (quartas e quintas-feiras): das 8h às 10h, das 11h às 13h ou das 14h às 16h.
Na Superintendência da PF, onde Bolsonaro esteve preso por quase dois meses antes de ser transferido para a Papudinha, as visitas eram permitidas apenas nas terças e quintas-feiras, entre 9h e 11h.

