Segundo o respeitado analista Ming-Chi Kuo, a gigante de Cupertino deve vender cerca de 5 milhões de unidades do novo MacBook Neo até o final de 2026. Com um preço agressivo de US$ 599, o Neo não é apenas o MacBook mais barato já lançado pela empresa, mas um ataque direto ao domínio dos Chromebooks nas escolas e escritórios.
Equipado com o chip A18 Pro (originalmente do iPhone 16 Pro) e disponível em cores vibrantes como Azul, Rosa e Amarelo, o aparelho foca na eficiência energética extrema e na portabilidade. A produção está sendo feita exclusivamente pela Quanta, mas gigantes como Foxconn já estão na fila para ajudar a suprir a demanda global que promete ser avassaladora no primeiro semestre.
Neo 2 e o tabu da tela touch

O rumor mais quente, porém, envolve o sucessor. O analista mencionou que a Apple considera seriamente colocar uma tela sensível ao toque no sucessor, o Neo 2, para competir de igual para igual com os Chromebooks (onde 50% têm touch).
No entanto, as informações mais recentes indicam que a Apple pode guardar essa “revolução” para seus modelos premium primeiro, mantendo o Neo 2 como uma máquina de produtividade pura. A ideia é não encarecer o produto que tem como missão ser o Mac mais acessível da história.
OLED no horizonte: Pro e Air
Para quem busca o topo da pirâmide, Kuo trouxe atualizações sobre as telas OLED:
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MacBook Pro OLED: Deve chegar entre o final de 2026 e início de 2027.
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MacBook Air OLED: A espera será maior, com previsão apenas para 2028 ou 2029.
Inúmeras pessoas que já estão tomando contato com o Macbook Neo estão realizando testes curiosos, como instalar o Windows 11 em máquina virtual. Confira abaixo o relato de um japonês que fez isso e se surpreendeu com o resultado.
Homem instala Windows 11 no MacBook Neo e fica sem palavras com o desempenho usando apenas 5 GB de RAM para a máquina virtual



