Fogo em plantações de cana em 2024 queriam forçar produtor a vender barato, diz Faesp

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (28) uma megaoperação contra crimes no setor de combustíveis.

De acordo com a investigação, os alvos incluem membros do Primeiro Comando da Capital (PCC), uma facção criminosa com tentáculos por todo o país, além de redes associadas. As acusações giram em torno de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e adulteração de combustíveis.

O presidente da Federação da Agricultura do Estado (Faesp), Tirso Meirelles, enxerga um paralelo entre o atual caso e os incêndios florestais e em propriedades rurais paulistas no ano passado.

Na opinião dele, o fogo, que se estendeu em grandes proporções, fazia parte de uma ação orquestrada para obrigar o produtor a vender mais barato a sua produção de cana-de-açúcar para a fabricação de etanol.

“A Federação da Agricultura e Pecuária de São Paulo fez um observatório para acompanhar todos esses processos desses grupos criminosos pressionar os produtores e o setor produtivo”.

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