“Todo tipo de droga”: Whindersson Nunes abre o jogo sobre sua internação

Whindersson Nunes revelou nesta semana os detalhes da internação voluntária que cumpriu em fevereiro de 2025 em uma clínica de reabilitação. Em entrevista à influenciadora Maya Massafera, o humorista, de 31 anos, admitiu ter chegado a usar “todo tipo de droga” durante o período em que enfrentava depressão.

Segundo ele, a busca por alívio o levou a procurar “sabedoria e filosofia” em substâncias — e o ambiente artístico foi o caminho para conhecer diferentes tipos delas.

Diagnóstico após a saída

Meses depois de deixar a clínica, Whindersson contou que seguiu o tratamento em casa e recebeu um diagnóstico que ajudou a entender parte do próprio comportamento. “Lá, eu tive um diagnóstico de superdotação. Fiz o teste neuropsicológico com a especialista, deu um QI elevado, uma parada de altas habilidades para a criatividade”, afirmou. O laudo também apontou compulsividade e impulsividade como aspectos associados ao quadro.

O humorista fez questão de desfazer a imagem de que a internação teria sido forçada. “O pessoal pensava que eu estava preso, camisa de força. Não foi”, disse, descrevendo a experiência como algo em que foi “muito bem acolhido”.

Por conta da trajetória pública e do hábito de falar sobre os próprios problemas, Whindersson contou que muitas pessoas o procuram em busca de respostas. “Muita gente me procura como uma pessoa que tem as respostas, talvez porque eu tenha vindo de um lugar muito difícil e me tornei quem eu me tornei”, explicou.

Leia mais

Política
Com juros altos, dívidas aumentam e exigem mais Desenrola, diz Boulos
Tecnologia
Homem constrói gabinete de metal sob medida para pendurar PC na parede e diz: “estou orgulhoso do resultado”
Economia
Sabesp amplia para R$ 5 mil auxílio a famílias atingidas por explosão
Variedades
Maria Flor, filha de Zé Felipe e Virginia, exibe bolsa de grife avaliada em R$ 5,7 mil
Sorocaba
Encontro do Círculo Orquidófilo Sorocabano ocorre no Jardim Botânico neste domingo (17)
Economia
Desenrola: bancos devem transferir valores esquecidos a fundo público

Mais lidas hoje