Atacama e Uyuni: os desertos que parecem de outro planeta, mas ficam ao lado do Brasil

Imagine caminhar por paisagens que desafiam a realidade, onde o céu se funde com a terra e as cores parecem saídas de uma pintura. Essa é a experiência de explorar o Deserto do Atacama, no Chile, e o Salar de Uyuni, na Bolívia.

Juntos, eles formam um dos roteiros mais cobiçados da América do Sul, oferecendo cenários que parecem pertencer a outro planeta.

Deserto do Atacama: um oásis de extremos no Chile

Considerado o deserto não polar mais seco do mundo, o Atacama encanta com sua diversidade de paisagens. A cidade-base para explorar a região é San Pedro de Atacama, localizada a aproximadamente 2.400 metros de altitude, exigindo um período de aclimatação dos visitantes.

De lá, partem passeios para formações geológicas impressionantes, como o Valle de la Luna e o Valle de la Muerte, que remetem à superfície de Marte.

Principais atrações do Atacama e Uyuni

Os cenários imperdíveis para quem explora o coração da América do Sul

Campo geotérmico a 4.300 metros de altitude com impressionantes jatos de vapor d’água ao amanhecer.

O maior deserto de sal do mundo, famoso pelo efeito espelho que reflete o céu durante o verão.

Lagoa de águas avermelhadas no Altiplano Boliviano, habitat natural de grandes colônias de flamingos.

Uma ilha repleta de cactos gigantes situada no meio da imensidão branca do deserto de sal boliviano.

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Durante a noite, o Atacama se revela como um dos melhores lugares do planeta para a observação de estrelas, graças à combinação de altitude, ar seco e ausência de poluição luminosa. Outro ponto alto é a visita aos Gêiseres del Tatio, um campo geotérmico situado a cerca de 4.300 metros de altitude, onde jatos de vapor d’água emergem do solo ao amanhecer.

A melhor época para visitar é durante a estação seca, entre abril e novembro, quando as temperaturas são mais amenas e o céu, mais limpo.

Salar de Uyuni: o maior espelho do mundo na Bolívia

Na Bolívia, o Salar de Uyuni transforma a paisagem em um sonho visual. Com mais de 10.500 quilômetros quadrados, é o maior deserto de sal do planeta. Sua fama mundial se deve principalmente ao fenômeno que ocorre na estação chuvosa, entre dezembro e março.

Uma fina lâmina de água cobre a crosta de sal, criando um espelho natural infinito que reflete o céu de maneira perfeita, tornando impossível distinguir onde um começa e o outro termina.

Na estação seca, o cenário não é menos impressionante. O sal se cristaliza em padrões poligonais que se estendem até o horizonte, permitindo as famosas fotos com jogos de perspectiva. Nesse período, é possível visitar a Isla Incahuasi, uma ilha repleta de cactos gigantes em meio à imensidão branca.

Planejando a viagem combinada

Muitos viajantes optam por conectar os dois destinos em uma única jornada, geralmente por meio de expedições em veículos 4×4 que cruzam a fronteira entre o Chile e a Bolívia. Esses passeios, que duram de três a quatro dias, atravessam o Altiplano Boliviano e revelam outras maravilhas naturais. Entre elas está a Laguna Colorada, uma lagoa de tons avermelhados famosa por seus flamingos.

É importante notar que esta e outras lagoas fazem parte da Reserva Nacional de Fauna Andina Eduardo Avaroa, sendo uma parada clássica nas expedições que partem de Uyuni, mas não estão localizadas dentro do salar propriamente dito.

Este conteúdo foi gerado e revisado com o auxílio de inteligência artificial e pode conter imprecisões.

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