Empresa de Virginia Fonseca é condenada a pagar indenização milionária a cliente

A marca de cosméticos WePink, que tem Virginia Fonseca entre as sócias, foi condenada pela Justiça de Sergipe a pagar R$ 2 mil de indenização por danos morais a uma consumidora que enfrentou problemas com entrega e atendimento. A empresa já acumula histórico de passivo judicial: em outra ação, chegou a firmar acordo para pagar R$ 5 milhões por práticas comerciais abusivas.

WePink proibida de vender sem estoque comprovado

A decisão judicial estabelece ainda uma série de restrições à forma como a WePink opera. A empresa fica proibida de realizar campanhas de vendas, incluindo as lives comandadas por Virginia Fonseca, sem que haja comprovação de estoque físico ou capacidade real de produção e entrega. Pré-vendas só poderão ser feitas com informação clara sobre prazos de fabricação e entrega, e a marca terá de adotar um sistema de auditoria acessível ao Ministério Público de Goiás e aos consumidores.

O caso que originou a condenação em Sergipe começou com uma compra feita em setembro de 2024. A cliente alegou dificuldades tanto na entrega quanto no atendimento e só recebeu o reembolso em setembro de 2025, um ano depois. O juiz responsável considerou que a demora para resolver o problema e o longo período sem ressarcimento justificavam a reparação moral.

Na sentença, o magistrado destacou que empresas que atuam no comércio eletrônico têm obrigação de manter eficiência nas entregas e transparência no atendimento ao cliente. O entendimento foi de que esses requisitos não foram cumpridos pela WePink no caso em questão.

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