Em 2024, o público acompanhou o retorno de Danielle Winits à teledramaturgia. A atriz integrou o elenco de “Família é Tudo”, novela das sete da TV Globo exibida naquele ano, no papel da ardilosa Lizandra. A participação marcou a volta de Winits aos folhetins diários após um hiato desde sua atuação em “Totalmente Demais” (2015).
Com uma carreira consolidada na televisão, iniciada nos anos 1990, a atriz coleciona personagens que se tornaram populares e marcaram diferentes gerações de telespectadores. A performance na trama foi uma oportunidade para o público revisitar outros papéis que se destacaram tanto pela comédia quanto pelo drama, mostrando a versatilidade de seu trabalho.
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A chegada de Lizandra em “Família é Tudo” abalou as estruturas da história. A personagem era uma produtora de moda e antiga rival de uma das protagonistas, que trouxe à tona conflitos do passado e criou novos obstáculos para os herdeiros da família Mancini.
(Foto: Reprodução / TV Globo)
Relembre papéis icônicos
Sandra em “Uga Uga” (2000): talvez um de seus papéis mais lembrados, a B-girl sensual e cômica Sandrinha foi um verdadeiro fenômeno. Com visual marcante e bordões que caíram no gosto popular, a personagem se tornou um dos maiores destaques da trama de Carlos Lombardi, consolidando a atriz como um dos grandes nomes da sua geração.
Alicinha em “Corpo Dourado” (1998): antes do sucesso estrondoso de Sandrinha, Winits já havia conquistado o público como a ingênua e divertida Alicinha. Na novela, ela vivia um romance atrapalhado e protagonizava cenas que exploravam o lado mais leve da atriz, garantindo a simpatia do público.
Marisol em “América” (2005): na novela de Glória Perez, Danielle deu vida a Marisol. A personagem era uma dançarina que sonhava com a fama nos Estados Unidos e se envolvia com um brasileiro que tentava a vida ilegalmente no país. A trajetória de Marisol, com seus dramas e busca por superação, teve forte apelo popular.
Amarilys em “Amor à Vida” (2013): em um papel mais denso, a atriz interpretou a médica Amarilys. A personagem se revelou uma vilã dissimulada, cujas atitudes para conseguir um filho a qualquer custo geraram grande repercussão e debates intensos entre o público, mostrando uma faceta mais dramática do trabalho da atriz.
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.



