Leonid Radvinsky, empresário que controlava o OnlyFans, morreu nesta segunda-feira (23) após enfrentar um câncer. Com 43 anos, ele deixou um patrimônio estimado em US$ 4,7 bilhões, cerca de R$ 23 bilhões, de acordo com a Forbes.
Radvinsky era conhecido pela discrição e evitava qualquer exposição pública. Após a morte, a família pediu privacidade.
Dividendos chegavam a US$ 1,9 mi por dia
Os dividendos que o empresário recebia da plataforma dão a dimensão do negócio que construiu. Só em 2024, os repasses somaram cerca de US$ 701 milhões, o que representa uma média de US$ 1,9 milhão por dia. De 2021 ao início de 2025, os rendimentos acumulados atingiram aproximadamente US$ 1,8 bilhão.
A plataforma em si também registrou números expressivos: receita de US$ 1,4 bilhão em 2024, enquanto os usuários movimentaram US$ 7,2 bilhões no serviço ao longo do ano.
Radvinsky assumiu o controle do OnlyFans em 2018, dois anos depois que o site foi criado. Foi sob sua gestão que a plataforma ganhou escala global, especialmente durante a pandemia de 2020, quando o modelo de assinaturas se consolidou como um dos mais lucrativos do setor digital.
Antes de morrer, o empresário estava em conversas iniciais para vender uma participação na empresa, segundo informações da Bloomberg. Não há detalhes sobre o andamento ou o futuro dessas negociações após seu falecimento.



