AGU pede que CNJ investigue decisão sobre estupro de vulnerável

A Advocacia-Geral da União (AGU) e o Ministério das Mulheres enviaram nesta quarta-feira (25) ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) um pedido de investigação da conduta do desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais que absolveu um homem acusado de estupro de vulnerável contra uma adolescente de 12 anos e a mãe da menina, que teria sido conivente com o crime.

Na manifestação, a AGU disse que a decisão da 9ª Câmara Criminal, que foi baseada no voto do desembargador Magid Nauef Láuar, afronta a Constituição e o Estatuto da Criança do Adolescente (ECA).

“A interpretação de suposta formação de núcleo familiar é incabível diante de todo o sistema jurídico protetivo pátrio das crianças e adolescentes. Não se trata de relação de afeto, de família, mas sim de relação de exploração sexual”, argumentou o órgão.

Recuo

Mais cedo, diante da repercussão do caso, o desembargador proferiu uma decisão individual e restabeleceu a decisão de primeira instância que condenou o homem e a mãe da adolescente. O magistrado também determinou a prisão dos acusados.

 

Leia mais

Sorocaba
Dia da Pizza é celebrado com oficina gratuita de culinária na Biblioteca Infantil Municipal
Tecnologia
JBL Quantum 950 fica 45% mais barato: áudio 3D, ANC e até 50 horas de bateria
Variedades
A psicologia sugere que pessoas que valorizam mais o tempo do que o dinheiro nem sempre têm pouca ambição, mas podem buscar maior bem-estar emocional e qualidade de vida
Variedades
Democracia está nas mãos do povo, não em palácios, diz Cármen Lúcia
Tecnologia
Uber demite 10% do atendimento e aposta em IA para suporte
Variedades
Defesa Civil reconhece situação de emergência em 17 municípios do RS

Mais lidas hoje