O Brasil celebrou neste sábado (14) a conquista de uma medalha histórica para os esportes de inverno com Lucas Pinheiro Braathen. Pela primeira vez, um brasileiro subiu a um pódio nos Jogos Olímpicos de Inverno. Nenhum sul-americano jamais havia chegado a esse lugar.
Lucas vai disputar duas provas no esqui alpino: o slalom, e o slalom gigante. Os formatos são parecidos, mas a técnica envolvida na disputa é diferente.
O que é o slalom gigante, prova que rendeu o ouro ao Brasil?
O slalom gigante exige precisão e velocidade. As provas são divididas em duas etapas, chamadas de descidas.
Cada atleta realiza o percurso duas vezes, em pistas diferentes, mas na mesma montanha. O tempo final é a soma das duas tentativas. A somatória dos tempos determina o vencedor.
A primeira descida é definida pelo ranking internacional da modalidade, e a segunda, na ordem decrescente: quem teve maior tempo começa a prova. A intenção dessa inversão é manter a disputa aberta até o fim da prova.
As pistas têm, geralmente, entre 300 e 450 metros de desnível, e os esquiadores podem atingir 80 km/h. A precisão exigida é absurda: uma queda ao desviar dos balizadores do percurso pode causar uma eliminação.
O que é o slalom, próxima prova de Lucas Braathen
A próxima prova que Braathen vai disputar será o slalom, considerado o seu ponto forte. Ele tem 13 medalhas na categoria, a mais recente em novembro de 2025, na Copa do Mundo de esportes de inverno, em Levi, na Finlândia.
O slalom é a prova mais técnica do esqui alpino, pois os atletas precisam fazer curvas rápidas e mudanças de direção durante o percurso.
O percurso é mais curto, com curvas mais rápidas, e a prova também é dividida em duas descidas. Os esquiadores podem chegar a 70 km/h.



