Gabigol afirmou que a chegada de Tite ao Cruzeiro “não foi ponto central” na sua decisão de sair do time mineiro. O atacante, que tem contrato até 2028, está emprestado por um ano ao Santos.
Assim como fez na apresentação no Alvinegro Praiano, o jogador contou que já conversava há meses com Pedrinho sobre sua vontade de ter mais minutos em campo, e disse que o presidente do Cruzeiro entendeu sua necessidade “de se sentir importante”.
“Desde o ano passado com o Pedrinho, a gente já tinha essa conversa de eu querer mais minutos. E o treinador do Cruzeiro também sabia disso. Então acho que sim (a chegada de Tite influenciou), mas acho que não, sabe?”, avaliou Gabi, aos risos, em entrevista a Romário TV.
“Acho que isso (o empréstimo) iria acontecer, porque o Kaio (Jorge) vinha muito bem, o time vinha muito bem”, avaliou.
Ele ainda destacou que começou a discutir a possibilidade de ir para o Santos antes mesmo de saber quem substituiria Leonardo Jardim, demitido em dezembro de 2025.
Tite e Gabigol já tinham trabalhado juntos no Flamengo e, na época, o atacante acabou perdendo espaço no time comandado pelo gaúcho. Depois que o nome do técnico ganhou força no Cruzeiro, as especulações sobre a saída de Gabi ganharam força.
Na conversa com Romário, ele admitiu um certo desconforto com a ideia de trabalhar de novo com Tite, mas voltou a afirmar que os dois nunca discutiram abertamente e que respeitava o trabalho do comandante.
“Não sabia qual treinador iria chegar antes disso. Poderia até ser outro que gostasse de mim, mas eu estava com a cabeça muito certa que queria vir para o Santos. Acho que foi só mais uma coisa que aconteceu, mas não foi o ponto central, não”, completou.



