A grande atração do Fórum Econômico Mundial de 2026 será Donald Trump. O presidente dos Estados Unidos subirá ao principal palco de Davos um dia após completar o primeiro ano de governo.
A expectativa é brutal: a elite global aguarda para saber se o presidente norte-americano usará o microfone para dobrar a aposta no protecionismo e na guerra comercial, ou se oferecerá algum ramo de oliveira aos parceiros comerciais e ao Fórum que tem como grande bandeira o multilateralismo.
Trump fala em Davos na quarta-feira (21) às 10h30 no horário de Brasília. Em 2025, o então recém-empossado presidente dos EUA falou remotamente de Washington.
A quarta tem, ainda, outro popstar da direita global. Logo após Trump, Javier Milei assume o palco às 11h45 no horário de Brasília.
No mundo cada vez mais bipolar ou multipolar, outros líderes falarão em dias diferentes em Davos.
Na terça (20), a Europa abre os trabalhos com um painel especial de Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia. Em seguida, também o vice-premiê chinês, He Lifeng, em outro painel especial. Haverá, ainda, participação de Emmanuel Macron, presidente da França, e de Mark Carney, primeiro-ministro do Canadá.
A agenda do Fórum prevê, ainda a participação de António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas; Friedrich Merz, chanceler da Alemanha; Pedro Sánchez, primeiro-ministro da Espanha; Abdel Fattah El-Sisi, presidente do Egito, e Prabowo Subianto, presidente da Indonésia.
Lagarde e Yo-Yo Ma
Entre as autoridades, haverá, ainda, um curioso painel com Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu, com Yo-Yo Ma, um dos melhores violoncelistas da história e que tem origem chinesa, nasceu na França e fez carreira nos EUA.
Segundo o Fórum, será “uma noite especial de música e diálogo, um convite para imaginar novas formas de viver em equilíbrio uns com os outros e com o planeta”.

