Jeffrey Chiquini
Filipe Martins
Jair Bolsonaro
Apesar de não atuar na defesa de ninguém no caso, ele decidiu acionar o STF por entender que é um pedido técnico e não tem relação com a defesa de Filipe Martins. O advogado alega a existência de “indícios robustos” de que Lulinha estaria envolvido nas fraudes. Segundo ele é existe “circunstância que afasta o caráter meramente especulativo das imputações e confere densidade institucional às informações veiculadas”.
Chiquini também cita que Lulinha teria deixado o país e retornado a Espanha, onde mora, sem prestar esclarecimento as autoridades sobre o caso, mesmo estando no país para as festas de fim de ano.
“Tal circunstância assume especial relevo sob a ótica cautelar, na medida em que a saída do país em contexto de investigação criminal avançada, envolvendo crimes de elevada gravidade e complexidade, constitui elemento objetivo apto a evidenciar risco concreto à aplicação da lei penal, sobretudo quando o investigado dispõe de recursos financeiros expressivos e mantém vínculos no exterior, fatores que, em tese, facilitam eventual evasão do distrito da culpa e dificultam a efetividade da persecução penal”, diz o pedido.
Ele também pediu que o texto seja encaminhado “com máxima urgência” ao Ministerio Público, para que o órgão se manifeste e ratifique o pedido.

