Acordo Mercosul-UE é risco para a indústria de transformação, diz Abimaq

O Brasil precisa atacar os problemas que minam a competitividade da indústria na competição internacional para aproveitar as oportunidades do acordo entre Mercosul e União Europeia, cuja assinatura está prevista para o próximo sábado. Se não for assim, a abertura de mercado a concorrentes europeus representa um risco para a indústria de transformação. A avaliação é de José Velloso, presidente executivo da Abimaq, a associação dos fabricantes de máquinas e equipamentos. “Se, por um lado, é bom para o consumidor final, porque os produtos ficarão mais baratos, e para o agronegócio, porque o agro brasileiro tem uma competitividade melhor, esse acordo é um risco para a indústria de transformação”, comenta Velloso.

Para o presidente da Abimaq, o Brasil terá que enfrentar deficiências que aumentam o custo de produção no País, como impostos e juros altos e melhorar o ambiente de negócio, assim como a situação macroeconômica, para transformar um risco em oportunidade. “Aí, sim, todos os setores da economia poderão aproveitar melhor a oportunidade que se abre no grande mercado europeu”, comenta o executivo.

Leia mais

Economia
Argentina registra menor nível de inflação em 8 anos
Variedades
Verstappen lembra convivência com Schumacher: “Conhecia como tio Michael”
Variedades
BTS anuncia três shows no Brasil; veja as datas
Política
Advogado de Filipe Martins pede que Mendonça decrete a prisão de Lulinha
Sorocaba
Casa do Trabalhador oferece 152 vagas de emprego na quarta-feira (14)
Variedades
Inflação na Argentina encerra 2025 com alta de 31,5%

Mais lidas hoje