A Prefeitura de São Paulo e o Governo do Estado anunciaram, nesta segunda-feira (29), o reajuste da tarifa de ônibus e transportes do sistema metroviário para 2026. Além da capital paulista, outras cinco cidades na Grande São Paulo comunicaram o aumento das tarifas de transporte público para o ano que vem. A passagem de ônibus fica 5,2% mais cara, de acordo com Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (Cioeste).
A partir do dia 5 de janeiro, o ajuste passa a valer em Osasco, Barueri, Carapicuíba, Jandira e Itapevi. No dia seguinte, 6 de janeiro, o aumento é aplicado em São Paulo, e vai passar de R$ 5,20 para R$ 5,40 no metrô e trens e de R$ 5,00 para R$ 5,30 nos ônibus municipais.
O aumento foi justificado com “base me critérios técnicos e legais, considerando a recomposição e custos operacionais do sistema, com o objetivo de manter a qualidade, segurança e regularidade dos serviços prestados à população”.
Em Osasco (SP), a passagem vai de R$ 5,80 para R$ 6,10 para pagamento em dinheiro. A média diária é de 108 mil passageiros transportados, segundo a prefeitura.
Na capital, a prefeitura informa que o aumento corresponde a 3,85%, percentual inferior à inflação do período, estimada em 4,46% pelo IPC-Fipe, índice que mede a inflação que mede a variação do custo. Os créditos comprados até as 23h59 do dia 5 de janeiro, no valor de R$ 5, terão validade de 180 dias.
A Prefeitura de São Paulo ainda informa que, a capital tem uma das menores tarifas da Região Metropolitana e a mais barata do país, ao considerar a integração gratuita que passageiro pode fazer em até quatro ônibus no período de três horas com o Bilhete Único.

