Boate Kiss: ex-sócio deixa a prisão com tornozeleira eletrônica

Um dos condenados pelo incêndio na Boate Kiss deixou a prisão, após decisão da Justiça que autorizou o cumprimento da pena em regime aberto. A informação foi confirmada pela Polícia Penal do Rio Grande do Sul.

Elissandro Spohr, um dos sócios da boate, será fiscalizado por monitoramento eletrônico.

Spohr é o primeiro condenado do caso a receber progressão ao regime aberto.

Os demais réus, Mauro Londero Hoffmann, Marcelo de Jesus dos Santos e Luciano Bonilha Leão, cumprem pena no regime semiaberto.

Todos passaram por novo julgamento, neste ano, e tiveram as penas reduzidas.

Entenda o caso

Em agosto, os quatro réus no caso da Boate Kiss tiveram as penas reduzidas pela Justiça e progressão ao regime semiaberto autorizada.

Na ocasião, a 1ª Câmara Especial Criminal do TJRS (Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul) manteve a validade do júri, realizado em 2021, mas reduziu as penas dos réus.

Os desembargadores decidiram, por unanimidade, fixar pena de 12 anos de prisão aos sócios da boate, Elissandro Callegaro Spohr e Mauro Londero Hoffmann. Antes, as penas eram de 22 anos e seis meses e 19 anos e seis meses de prisão, respectivamente.

Já o músico Marcelo de Jesus dos Santos e o produtor musical Luciano Bonilha Leão tiveram a pena reduzida para 11 anos. Anteriormente, eles haviam sido condenados a 18 anos cada.

Em 2021, eles foram condenados por homicídio com dolo eventual pela morte de 242 pessoas e lesões em mais de 600 vítimas, no incêndio na boate Kiss. O caso ocorreu em 2013, em Santa Maria (RS).

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